Nem sempre eu soube que queria ensinar.
Mas, olhando para trás, eu percebo que sempre estive cercada por aquilo que hoje faz parte de mim: papéis, cadernos, cores e pequenas criações.
Eu sempre fui aquela pessoa que se encantava com um caderno novo, que via beleza nos detalhes, que guardava papéis “sem utilidade”… mas que, de alguma forma, sempre significavam algo.
Talvez ali, sem perceber, já existisse uma sementinha daquilo que hoje eu estou construindo.
A verdade é que nem tudo fazia sentido naquela época.
Mas hoje eu entendo:
era a minha forma de sentir o mundo.
E é isso que eu quero trazer pra cá.
Um jeito mais leve, mais criativo e mais afetivo de viver a infância — e de ensinar também.
💛 Porque aqui, a criatividade vira afeto…
e aprender é uma brincadeira.
A Papeleira Maluca

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