Eu nunca gostei de papelaria “só por gostar”.
Hoje eu entendo que era mais do que isso.
Era o cheiro de um caderno novo.
Era a vontade de começar algo, mesmo sem saber exatamente o quê.
Era guardar papéis que ninguém mais via valor… mas que, pra mim, tinham história.
Eu gostava de organizar, de enfeitar, de inventar usos.
Às vezes nem fazia sentido pra ninguém.
Mas pra mim… fazia tudo.
Acho que, de alguma forma, ali já existia criação.
Já existia sensibilidade.
Já existia esse olhar mais atento para os detalhes.
E talvez seja isso que eu queira resgatar nas crianças hoje:
a liberdade de criar sem precisar explicar.
Sem certo ou errado.
Sem pressa.
Só sentir.
💛 Porque, às vezes, um simples papel…
pode ser o começo de algo muito maior.
A Papeleira Maluca
👉 “Você também era do tipo que guardava papel ‘sem utilidade’? 💛”

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